Estudos da Bíblia: Primeiro trimestre de 2004

Tema geral: JOÃO: O Evangelho Amado

Estudo nº 08   O Bom Pastor

Semana de  14 a 21 de fevereiro

Comentário auxiliar elaborado pelo prof. Sikberto R. Marks

www.designioglobal.com.br - Fone/fax: (0xx55)3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

 

 

Os estudos sobre o evangelho de João são proveitosos para elevar o conhecimento relativo a nosso Salvador. Eis que João tornou-se o mais achegado ao Autor e Consumador da nossa fé. Poderemos adquirir nesses estudos, com certeza, excelente conhecimento sobre o propósito da vida tal como foi planejada na perfeição ou como a nós foi prometida na redenção. O empenho na aquisição de conhecimento, contudo, deve vir ladeado com a disposição de sermos transformados, a exemplo desse profeta que o Senhor transformou de filho do trovão no especialista em amar a DEUS e amar o próximo. Esses estudos terão continuidade, no futuro, com o próprio profeta.

 

I – Esboço auxiliar do professor

1.1                 - Ênfase geral da semana: Ver o óbvio, que os resistentes jamais verão, mas que até os cegos conseguem ver e compreender.

1.2                 - Incentivo ao debate

a)       Questão geral da semana: Quais as características do Bom Pastor?

b)       Outras questões e desafios para aprofundamento

ð         “Se não crerdes que Eu Sou, morrereis em vossos pecados” o que isto significa?

ð         Como o encontro do cego com JESUS, após ser expulso do templo, ilustra a experiência de muitos no final dos tempos?

1.3                 Introdução – santo sábado, dia do Senhor

Ênfase do dia: O Bom Pastor nos devolve a vida eterna

a)       Temos um grande problema: somos mortais;

b)       JESUS providenciou provisão de vida para todos que queiram;

c)       Ele deu a Sua vida em troca da morte que nos pertencia como salário do que praticamos.

d)       Por que, para nos devolver a vida, Ele Se compara a um pastor de ovelhas que é ‘bom’?

 

1.4                 Primeiro dia: A festa dos tabernáculos

Ênfase do dia: Relembrar a proteção garantida de DEUS

a)       Na travessia do deserto, ao israelitas moravam em tendas;

b)       Tinham a proteção de DEUS: água e luz, também muito mais que isso;

c)       JESUS veio para oferecer mais que o sustendo para uma vida provisória, trouxe a água e a luz da Sua palavra, para a vida eterna;

d)       Ainda nós que estamos peregrinando nessa Terra, também passaremos por condições de fuga, pelas montanhas e lugares ermos, mas nada nos faltará.

e)       Naquela festa dos tabernáculos estava o próprio, o que poderia oferecer o sustento para esta vida como o sustento para a vida eterna.

 

1.5                 Segunda-feira: O grande “EU SOU”

Ênfase do dia: Ele sempre existiu, e na forma humana, estava cumprindo a vontade de DEUS.

a)       “Se não crerdes que EU SOU, morrereis em vossos pecados”

b)       Na cruz sabereis que EU SOU – o centurião disse: verdadeiramente este era o Filho de DEUS!

c)       Nada faço por mim mesmo.

d)       O que significam essas três etapas de afirmações?

 

1.6                 Terça-feira: Um cego divertido (tragi-cômico)

Ênfase do dia: Os que pensam ver, são cegos; e os cegos passam a ver

a)       Notar a facilidade com que o cego percebeu que JESUS era um profeta e como os fariseus se enrijeciam cada vez mais contra JESUS como Filho de DEUS.

b)       Essa história bem ilustra os nossos dias. De que forma?

 

1.7                 Quarta-feira: JESUS, o Bom Pastor

Ênfase do dia: O Bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas.

a)       Há o pastor, o ladrão e o mercenário

b)       O que representa cada um desses personagens?

c)       Como cada um desses age?

d)       Comparar a porta do curral com o caminho da salvação.

 

1.8                 Quinta-feira: Mercenários e ladrões

Ênfase do dia: há muitos inimigos na trincheira

a)       Quais as características dos ladrões e dos mercenários?

b)       Sempre houve ladrões e mercenários, mas quem são eles hoje?

c)       Como eles afetam o povo de DEUS?

d)       Qual o perigo que representam para os servos fiéis aos fundamentos das verdade?

 

1.9                 Estudo adicional – Sexta-feira, dia da preparação:

a)        O cego, num mesmo dia, sentiu sua maior felicidade, sua maior tristeza, que foi coberta por uma felicidade ainda maior que a primeira;

b)       Ele encontrou o Salvador que o curara da cegueira.

c)        Sua experiência num mesmo dia ilustra o que passaremos nos dias finais, em curto espaço de tempo.

 

1.10              Apelo final: Há grandes emoções pela frente

Ele é o Bom Pastor. Ele é o EU SOU, e podemos crer n’Ele. Ele cuida de nós como um Pastor Bom. Ele quer nos fazer ver coisas que não víamos, quer nos fazer entender coisas que não entendíamos. Ele quer esclarecer-nos como alcançar a vida eterna. Para isso que veio viver um tempo entre nós. Uma boa dica é nos comportar como o cego, deixar que Ele nos faça ver, e que nos encontremos com Ele. Ele promete grandes emoções, da parte d’Ele, só emoções boas. Ele é muito bom, a ponto de dar Sua vida por nós. Pode-se imaginar o que Ele está aprontando para aqueles que crêem n’Ele?

 

II – Comentário ao estudo da lição

 

2.1                Introdução – santo sábado, dia do Senhor (cf. Mat. 12:8)

(O sábado é o dia em que O Senhor descansou, por isso o abençoou e o santificou. (Êxo. 20:11)

Eu Sou o Bom Pastor. O Bom Pastor dá a vida pelas ovelhas” (João 10:11).

Outra vez a lição retorna ao nosso problema principal: somos mortais porque pecamos. Já sabemos, a solução para esse problema não está conosco, mas podemos e devemos participar dessa solução. JESUS produziu a solução, e ela nos é fornecida de graça, mas, cabe-nos querer receber essa solução, e depois, viver todos os dias renovando esse querer, nas nossas atividades práticas.

A rigor, o que é e de onde vem a vida? A vida vem de DEUS. Ela é um sopro que Ele forneceu aos nossos primeiros pais, e que se perpetuaria se nos mantivéssemos ligados ao fornecedor da vida. Essa ligação é a intimidade do amor. O amor nos liga com DEUS, assim como nos liga uns aos outros, assim como liga um casal que sela o seu amor pelo santo matrimônio. É por essa ligação, com DEUS, que a vida inicialmente fornecida por Ele a Adão e Eva se mantém fluindo a nós, eternamente. Mas a ligação foi interrompida, e o fluxo de vida parou. Nessa condição, temos agora um problema, duramos pouco, e morremos. Nós duramos vivos o tempo residual de vida que recebemos de nossos pais, mas por estarmos desligados da fonte original de vida, envelhecemos, istoé, dia-a-dia perdemos vida, e logo morremos. Esse é o nosso problema, estamos desligados do amor que fornece a vida.

Agora, o que JESUS quis dizer com “O Bom Pastor dá a vida pelas suas ovelhas?” É uma nova concessão de vida para nós que nos tornamos mortais. Mas desta vez não é uma simples concessão como DEUS a deu a Adão e Eva quando os criou. É bem diferente. Adão e Eva, inicialmente não eram pecadores. Sendo assim, DEUS simplesmente lhes soprou nas narinas o Seu fôlego de vida, e eles passaram a ser almas viventes. Conosco não pode ser tão simples. Nós, os que ainda não morremos, temos o fôlego de vida, mas o perdemos dia-a-dia, pois ao envelhecermos, nossos órgãos perdem a capacidade de reter esse fôlego. Portanto, enquanto estivermos vivos, não precisamos de outro fôlego para vivermos eternamente. Os nossos queridos que já foram, esse precisam receber o fôlego de DEUS para retornarem à vida. Porém, nós e os mortos, necessitam mais uma coisa, e aí esta a diferença com Adão e Eva. Nós precisamos do perdão para termos conosco o fôlego de vida para sempre, para sermos dignos de outra vez receber desse fôlego ininterruptamente, pela eternidade. Esse perdão o Bom Pastor veio nos dar, e o fez dando a Sua vida pela nossa morte, assim criando a reconciliação entre o governo do Universo e a criatura caída. Desde a cruz o céu nos aceita de volta para vivermos sempre, desde que nós também o queiramos.

 

2.2                Primeiro dia: Festa dos tabernáculos

A Festa dos tabernáculos era uma festividade da colheita no outono, entre os dias 15 e 22 de Tisri. Poderia-se também denominar festa das tendas. Seu início histórico foi uma festa agrícola, mas depois recebeu sentido especial em relação ao êxodo, tempo em que os israelitas viviam em precárias condições no deserto, morando em tendas. A legislação sacerdotal deu-lhe significado especial para a memória do êxodo.

No primeiro dia havia santa convocação. Nenhum trabalho manual se fazia. Para a festa eram preparadas tendas de ramos de palmeiras ou salgueiros, e de outras árvores. Essa era um memória de que Israel viveu em condições adversas durante o tempo da peregrinação no deserto. Os descendentes assim poderiam naqueles dias ouvir as histórias do êxodo.

Os israelitas passaram 40 anos no deserto. Lá, nas condições de deserto, poderiam ter morrido, sua aventura poderia ter sido uma tragédia. Uma das principais características de um deserto é a falta de água. Não é um lugar adequado para produção de alimento em condições normais, senão como nos dias de hoje, com aplicação de grande soma de dinheiro e tecnologia. E à noite é muito frio, pode chegar a temperaturas negativas, sendo de dia o outro extremo, muito quente, chega a temperaturas acima de 50 graus.

Na peregrinação dos israelitas nada lhes faltou. A água, muito escassa, foi suprida de forma milagrosa, saindo da rocha por ordem de Moises, ou sendo tratada quando era amarga.

Por sua vez, no deserto outro problema grave é a falta de luz à noite. Para uma multidão daquelas, sem luz apropriada, seria um caos já na primeira noite. Como caminhar à noite, sem luz, sendo eles uma quantidade de dois milhões de indivíduos, ao todo? É inviável sem a ajuda de um poder sobrenatural. Mas DEUS proveu luz todas as noites para o povo, ao mesmo tempo em que os aquecia pois na nuvem formava-se fogo.

Na realidade não foi só água e luz que receberam, também nunca lhes faltou o pão, e quando pediram carne, também a receberam. Ainda DEUS cuidou da sua saúde, das vestimentas e das sandálias que não envelheceram. Eles chegaram muito saudáveis à terra prometida, aqueles que a desejaram. Portanto, o deserto que era para ser o seu fim, na realidade foi uma passagem cheia de demonstrações da proteção de DEUS em seu favor, até que chegaram sãos e salvos na Terra Prometida.

Então a festa dos tabernáculos deveria ser uma ocasião de rememoração do que passaram no deserto. DEUS transformou o deserto em um conjunto de boas lembranças, e seriam só boas lembranças se eles não tivessem murmurado tanto. Havia durante o deserto um relativo conforto que estava fora do alcance de qualquer outro povo. Eles podiam todos os dias sentir na prática algo das imensas bênçãos que receberiam ao chegar no destino. O deserto lhes foi um tempo de passagem em que aprenderam o quanto DEUS os amava, e quão grande era a proteção dispensada a eles. E a festa era para que nunca esquecessem dessas providências de DEUS para eles.

Celebravam em especial a água e a luz. A água é o bem mais escasso no deserto, e a luz é necessária para achar como sair do deserto. Eles tinham água em abundância e luz também não lhes faltava, e recebiam essas dádivas de forma miraculosa. Nenhum outro povo passou por tal experiência. Eles tinham água garantida e seu caminho era orientado quer por luz física como espiritual e até de direção, para saber onde ir.

Então, no tempo de JESUS receberam a explicação. Ele que lhes dera aquela água e a luz, e tudo o mais. Naqueles dias eles estavam celebrando na presença do doador das condições sem as quais não sobreviveriam no deserto. E Ele Se apresentou, dizendo que estava ali para lhes dar também a água da vida. “Se alguém tem sede, venha a Mim e beba” (João 7:37). Ele também disse, “Eu Sou a luz do mundo...” (João 8:12). Nos dias do deserto Ele dera a seus pais água, luz e pão para viverem a vida provisória que cada um ganhou, mas agora veio o pão descendo do céu, e trouxe a água do Espírito Santo, que seria dada para jamais terem sede, e a Luz do ensino desse Espírito Santo, para terem o conhecimento que salva. O pão da vida, que daria a vida eterna de volta, estava anunciando outra água e outra luz, não para uma vida provisória, mas para a vida eterna. Era muito mais que receberam por intermédio de Moisés no deserto. Assim, aquela festa dos tabernáculos era especial. Lá estava aqu’Ele que lhes dera garantia de vida no deserto, e aqui estava o mesmo, agora lhes provendo vida eterna.

A experiência dos tabernáculos ainda se repetirá. Nós estamos entrando outra vez no deserto da aflição final. E já conhecemos a história, não nos faltará o sustento, nem água, nem pão. E também a luz não faltará. Naqueles dias finais DEUS guiará a todos pessoalmente. Cada servo de DEUS será dirigido diretamente da parte de DEUS pois cada um será como profeta, ou melhor, cada um será profeta. Cada criança, jovem, adulto ou velho do tempo do alto clamor será um profeta, não tanto para previsões do futuro, mas para saber o que fazer, o que dizer e como agir. Isso está revelado em Joel 2:28 e 29. Para esse tempo, os servos de DEUS terão alimento especial. Não contaminado com agrotóxicos, nem afetado artificialmente, mas puro e poderoso para ter a mente clara, saúde perfeita e força física para suportar as adversidades da batalha final. Como os israelitas no deserto, ninguém mais terá essas condições. Teremos tudo o que necessitarmos para realizar com poder a conclusão da ordem de ir a todas as nações para pregar a novidade da vida eterna.

E depois de concluído o trabalho, então, em tendas ou cobertos por ramos, passaremos uns dias nas montanhas. Mesmo ali não faltará a água nem a luz, também não faltará o pão. O mundo estará em condições deploráveis, mas os filhos de DEUS, embora pela angústia mais severa de todos os tempos, não serão desamparados. Nas montanhas, já bem perto do fim, receberão do trono de DEUS, no pior dia de todos os tempos, a notícia do dia e da hora da vinda do Salvador. Então, ainda das montanhas, logo verão a nuvem, e logo a história de dor e sofrimento terá entrado para a história, e nunca mais será realidade. Restará, para todos nós, a lembrança dos tempos provisórios do deserto dos tempos de pecado, nada mais.

 

2.3                Segunda-feira: O grande “EU SOU”

Corria uma grande polêmica dos judeus com JESUS. Alguns deles não conseguiam aceita-Lo como o Messias enviado de DEUS, outros sabiam ser Ele, mas assim como viera, não lhes era conveniente. Muitos O combatiam, tentando fazer com que caísse em alguma armadilha pela qual ficasse comprovado de que Ele não era o Messias. Quanto mais se esforçavam nesse sentido, mais ficava evidente o contrário, que Ele era de fato o enviado de DEUS, no entanto, mais eles O rejeitavam.

Finalmente JESUS, a partir de João 8:21, passa a defender Sua missão e autoridade. Ele afirma que eles não poderiam acompanha-Lo para onde Ele estava por ir, e que pereceriam em seus pecados. Uma duríssima afirmação. Ele Se referia que iria para o Seu Pai celeste (ver João 7:33). Nessa altura dos debates acalorados, os judeus ironizaram dizendo: irá Ele suicidar-Se? (João 8:22). Mas JESUS deixou claro para onde iria, disse que os judeus eram cá de baixo, mas Ele lá de cima, para onde iria (referiu-Se ao Céu, como no cap. 7:33). Ele não se deram conta, mas expressaram exatamente o que iria acontecer com CRISTO, seria morto por Sua própria vontade, isso não é suicídio, mas é sacrifício. Ele então foi direto a um dos pontos vitais, e disse-lhes: “se não crerdes que Eu Sou, morrereis em vossos pecados” (João 8:24).

Então eles fizeram a pergunta que JESUS queria: “Quem és tu?” (João 8:25). A resposta é majestosa, que ecoa do trono a que lhe pertence: “EU SOU”. Os judeus se gloriavam de serem descendentes de Abraão; pois JESUS lhes respondeu que já existia antes de Abraão pois criara a humanidade, Ele afirmou que vem da eternidade, que sempre existiu. A sua origem não era de longa data, como a deles, descendentes do pai da fé, mas vinha da eternidade. Ele, JESUS, referiu-se à passagem que diz: “O Meu povo saberá o Meu nome; naquele dia saberá que Sou Eu quem fala” (Isa 52:6). Pois chegou esse dia, o povo agora tinha o direito de saber que falara a Abraão, Isaque, Jacó e Moises. Era o mesmo EU SOU, agora em humilde forma humana, viera do mais íntimo relacionamento com a divindade do universo que é o Seu Pai, tal como Ele mesmo sempre foi.

Eles veriam a Sua glória quando fosse levantado na cruz, e viram, e muitos ali creram, mas a maioria, embora tendo visto a Sua glória, não creram. Que glória eles viram? A glória da obediência até a morte, mesmo nas piores condições, nesse estado Ele não cometeu um pecado nem mesmo uma pequena falha. Ele foi fiel ao DEUS do Universo e Sua Lei, ao contrário de Adão e Eva. Por isso Ele foi levado outra vez ao trono do Universo onde tornou-Se outra vez Rei, agora por mérito de sempre ter sido DEUS e por mérito da dignidade do sacrifício por causa da obediência à Sua própria Lei. A Sua glória está na vitória da obediência nas piores condições em que as forças do pecado poderiam jogar alguém.

EU SOU” disse que nada faria por Ele mesmo (João 8:28); essa se tornou uma garantia de que Ele iria até o fim da Sua terrível missão. De fato, na hora mais decisiva da luta Ele chegou a ter vontade de seguir por algum outro caminho. Ele chegou a dizer, “Pai, se possível, passe de Mim esse cálice, mas não seja feita a Minha vontade, e sim, a Tua.” Essa declaração ratifica que Ele veio para cumprir a vontade de DEUS, e essa vontade era morrer pela humanidade. Fazer essa vontade foi para a humanidade uma garantia de que esse plano iria até o final. Na hora da crise, JESUS não estaria fazendo o que seu fraco corpo físico e sua mente humana solicitavam, mas o que DEUS determinou. Assim Ele foi até o fim.

 

2.4                Terça-feira: Um cego divertido

Esse título não podia ser mais adequado. Por diversas vezes já fiz ironia com essa história: um cego que passou a ver com clareza tanto o mundo físico quanto o espiritual, e os doutores, que tinham o conhecimento, espiritualmente cada vez mais cegos.

Essa história vale a pena ler com calma, direto na Bíblia. Vamos destacar aqui alguns lances cômicos e curiosos, bem como trágicos, para então lermos o capítulo 9 de João. Era sábado, a caminho, JESUS viu um homem cego de nascença. Deu-se uma polêmica sobre o culpado pela cegueira do homem. JESUS disse que Ele era a luz do mundo, e com um pouco de barro untou as pálpebras do homem e lhe disse para se lavar no tanque de Siloé. Fazendo isso, o homem passou a ver.

Então deu-se outra polêmica, desta vez entre os fariseus, que sabiam ser este homem cego; como agora estava andando e vendo? Quem o teria curado no sábado, só poderia ter sido JESUS. Indagaram o homem e este era cômico nas suas respostas, simples e diretas. É por essa razão que o autor da lição o chama de cego divertido. Sendo indagado sobre quem o curou e onde estava, ele respondeu que não sabia quem era, pois afinal de contas, não vira quem o curara. O cego no entanto tinha certeza que era profeta, afinal isso era óbvio a qualquer cego, pois para fazer uma cura dessas, só poderia ser profeta.

Quando pressionado para dizer se JESUS era pecador (eles já queriam uma testemunha contra JESUS para o matar, há tempos estavam atrás de tal possibilidade) o ex cego respondeu: “se é pecador, não sei; uma coisa sei, eu era cego e agora vejo” (João 9:25). Que tremendo testemunho com uma lógica perfeita. Mas os fariseus o apertaram ainda mais dizendo que nem sabiam de onde JESUS viera (isso é uma forma de tratar uma pessoa com desprezo). O cego respondeu, com mais lógica ainda; “nisto é de estranhar que vós (que sois doutores na Lei, e conheceis a história) não sabeis de onde Ele é, e contudo me (que era apenas um cego) abriu os olhos” (João 9:30).

Após o cego ter feito uma espécie de apelo aos fariseus (João 9:27) e após dizer que cira que JESUS era de DEUS, o coitado foi expulso da sinagoga. Isso era naquele tempo como uma excomunhão, a pessoa se viam entregue a satanás. Os sacerdotes usavam desse expediente para exercer poder opressor sobre os membros. Assim também foi na Idade Média com o esquema da excomunhão. Era muita coisa para um dia só, primeiro a extrema felicidade de poder ver pela primeira vez na vida, agora a extrema agonia de ter sido entregue a satanás. A essas altura, vagando solitário e desesperado pela rua, tudo o que ele queria era encontrar-se com aquele que o curara. Repentinamente, eis um homem à sua frente, e lhe pergunta se crê no Filho do homem. Desesperado, era isso que o cego queria, crer em JESUS, não ficar entregue a satanás, o homem atende positivamente. Pois ali estava o Filho do homem, bem à sua frente, e foi pelo cego adorado.

JESUS veio para tornar cegos os que tinham a visão física e pensavam ter também a visão espiritual, mas não tinham; e veio para dar a luz espiritual aos que desejavam crer no Filho do homem. Os fariseus cada vez viam menos JESUS como Salvador, e os cegos o percebiam cada vez melhor ser Ele O Salvador.

 

2.5                Quarta-feira: JESUS o Bom Pastor

JESUS Se apresenta nesse estudo como o Bom Pastor. Esse tipo de pastor não domina sobre suas ovelhas, mas vive por elas, dá a sua vida por elas, as atrai, e elas conhecem a Sua voz. Há portanto uma intimidade entre o pastor e as ovelhas.

Já o mercenário, é um aproveitador, que só quer levar vantagem, mas não quer se sacrificar pelas ovelhas. Quando surge um problema, ele foge e deixa as ovelhas à sua própria sorte. O ladrão ou salteador é o que quer fazer mal às ovelhas, quer ataca-las e dispersá-las. O mercenário batiza para preencher o alvo, o ladrão quer ganhar muito com isso, e o Bom Pastor quer salvar as pessoas, se necessário, vai ao sacrifício por elas.

O mercenário e o ladrão são a mesma pessoa. Quando o Bom Pastor está com as ovelhas dando-lhes a sua proteção, ronda em redor o ladrão, tentando alguma coisa contra o rebanho. Mas, sabemos que Ele é Pastor das ovelhas que o desejam. A parábola diz que as ovelhas conhecem a voz do pastor e o seguem por livre vontade. Elas tem livre arbítrio para isso. Portanto, há ovelhas que se entregam a outro pastor, chamado mercenário. Aparentemente ele também é bom, pois está com as ovelhas, mas na realidade é um aproveitador. A qualquer dificuldade de alguma ovelha, vindo algum problema, o mercenário não tem sequer capacidade de as defender, nem ao menos ele tem desejo de fazer isso, então as ovelhas saem da igreja. O mercenário não é capaz de dar a sua vida pelas ovelhas, e mesmo que desse, isso de nada adiantaria.

O Bom Pastor é JESUS, vindo da parte de DEUS, ele era a palavra, e Ele era DEUS. Mas o mercenário não veio de DEUS, ele é o demônio, um ser ambicioso por honras, mas que nunca foi DEUS, nem jamais será. Ele formou seu rebanho de enganados, e a qualquer dificuldade não está disposto para morrer pelo rebanho. Mas JESUS é diferente, JESUS está na entrada do curral para cuidar de que entra e de quem sai, e não deixa entrar nem ladrão, nem mercenário, nem lobo. Com Ele as ovelhas estão seguras e salvas. Ele é o único caminho para a salvação, comparável ao portão do curral. O Bom Pastor é JESUS e aqueles líderes que agem segundo o Mestre; satanás é o ladrão e/ou mercenário, bem como todos aqueles que agem segundo suas estratégias.

 

2.6                Quinta-feira: Mercenários e ladrões

Já vimos, são três os tipos relacionados com o rebanho: o Bom Pastor, os ladrões e assaltantes e os mercenários. Dediquemos mais um pouco de atenção aos dois tipos perigosos.

A lição identifica os ladrões e assaltantes e os mercenários. Os ladrões e assaltantes são, naquele tempo, os sacerdotes do templo que procediam de forma a obter prestígio e lucro com suas atividades. Eles compravam seu posto, e uma vez obtido, buscavam favores políticos, estavam bem relacionados com as autoridades do Império Romano e ganhavam com isso, tinham o agitado comércio de venda de animais para o sacrifício, ganhavam estatus e se tornavam personalidades destacadas na sociedade, pelo que eram sempre muito honrados. Eles também dominavam sobre o rebanho, viviam do rebanho, mas nada faziam pelo rebanho, muito menos dar suas vidas pelo rebanho, isto é, realizar qualquer sacrifício por alguma ovelha. Quando muito, oravam à distância, como fazia o clero na Idade Media.

Estes tem o seu paralelo nos dias de hoje. São pessoas dentro da igreja que se enriquecem, que se enquadram na categoria dos que se tornaram ricos e de nada sentem falta, não são muito interessados na segunda vinda de CRISTO, e em especial, dominam sobre o rebanho. Estes vivem do rebanho, não para o rebanho. Sua existência fora prevista profeticamente: ““Há amantes do mundo mesmo entre os que professam estar aguardando o Senhor. Há ambição de riquezas e de honras. Cristo descreve esta classe quando declara que o dia de Deus virá como um laço sobre todos os que habitam na Terra. Este mundo é seu lar. Fazem do adquirir riquezas sua ocupação. Constroem custosas habitações e mobiliam-nas com tudo quanto é bom; comprazem-se no vestuário e na satisfação do apetite. As coisas do mundo são seus ídolos. Estas coisas se interpõem entre a alma e Cristo, e as solenes e assombrosas realidades que se estão adensando sobre nós não são vistas senão muito palidamente e muito fracamente avaliadas. A mesma desobediência e o mesmo fracasso observados na igreja judaica, têm caracterizado em maior grau o povo que recebeu esta grande luz do Céu nas últimas mensagens de advertência.” (II TS, 157)   Haverá entre nós os que sempre desejarão dominar a obra de Deus, para ditar até que movimentos se farão quando a obra avançar sob a orientação do anjo que se une ao terceiro anjo na mensagem a ser dada ao mundo. Deus usará maneiras e meios pelos quais se verá que Ele está tomando as rédeas em Suas próprias mãos.” (Test. P/ Min. E Ob. Ev., 299 e 300)

Se houve destes no tempo de JESUS, quanto mais eles se manifestarão nos dias finais. Eles são agentes de satanás infiltrados na igreja, mas, como diz a profecia, DEUS tomará as rédeas em suas próprias mãos. Se isso não acontecesse nesses últimos dias, essa não seria a igreja verdadeira. Espera-se que ela seja atacada por todos os lados, de dentro e de fora, de todas as formas possíveis; mas, sabe-se que ela será vencedora, apesar de tudo, dos inimigos de dentro e dos inimigos de fora. “Deus está à testa da obra, e porá tudo em ordem. Caso haja coisas necessitando serem ajustadas na direção da obra, Deus atenderá a isso, e trabalhará para endireitar todo erro. Tenhamos fé que Deus vai conduzir a nobre nau que transporta o Seu povo, em segurança, para o porto.” Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 390.

Sim como há os ladrões e assaltantes, também há os mercenários. Eles são uma categoria paralela aos ladrões e assaltantes. Os mercenários trabalham só por interesse, para levar vantagem, para ganhar com seu trabalho, e ganhar muito mais que merecem. Eles não fazem parte do grupo, mas entram no grupo para especular oportunidades para obter ganhos pessoais. Nada fazem sem serem pagos, e não dão nada, só tiram. Eles, a rigor, não pertencem ao rebanho, não sendo do rebanho, no entanto estão no rebanho. Naquele tempo, diz a lição, eram os fariseus. Eles formaram um rebanho dentro do rebanho com vistas a obter ganhos com isto.

Hoje, quem são os mercenários? Não há necessidade de identifica-los diretamente, eis que ainda tem sua oportunidade de serem transformados de joio em trigo, assim como os ladrões e assaltantes. Mas eles tem ao menos uma característica hoje bastante saliente: são oportunistas. Querem cargos, querem honras, e, principalmente, querem ganhar bom dinheiro. Onde podem obter vantagem financeira, lá estão eles, onde podem receber uma homenagem, lá estão eles. Gostam de ter o nome em monumentos, mesmo ainda vivos. Para eles, o povo de DEUS é deles, não de DEUS. Atenção, eles não fazem parte do povo, mas estão entre o povo, e se parecem ser do povo. Distinguem-se dos ladrões por serem mais sutis, pois a todos parece que são grandes lutadores pelo povo. Mas a rigor, os ladrões e assaltantes são também os mercenários, formam um grupo único, dentro do povo de DEUS como agentes de satanás. Eles se parecem como pertencentes ao povo de DEUS, mas são do inimigo. Eles estão para roubar as almas das mãos de JESUS e entrega-las à satanás, e no momento do perigo, agem então como mercenários, isto é, desaparecem. Só retornam quando o perigo passar, para recomeçar sua obra nefasta.

São eles pastores ou são eles leigos? Pertencem aos dois grupos, e sua identificação não é difícil. São aparentemente muito piedosos, mas na essência, sedentos pela satisfação de seus interesses particulares. O que vai acontecer com eles no futuro? Um pouco antes da batalha final, o alto clamor, serão sacudidos fora, e passarão para as fileiras do inimigo, às quais sempre pertenceram.

 

2.7                Aplicação do estudo – Sexta-feira, dia da preparação:

Retornemos ao caso do cego divertido. Ele foi divertido para quem lê sobre sua história. Mas quando o pobre homem foi expulso da sinagoga, sentiu uma sensação terrível. Isso naquele tempo era interpretado como amaldiçoado por DEUS (o que não existe), e que sua pessoa estava para sempre destinada ao inferno. Na Idade Média deram um nome para esses atos: excomunhão, ou seja, tirado da comunhão com os salvos. Ora, como um simples ser humano pode tomar tal decisão? Mas o homem agora estava desesperado. A maior alegria da sua vida seguido da maior tristeza, um desespero mortal, patético e sem a menor perspectiva. Tudo estava perdido. Antes nunca tivesse sido curado da cegueira...

Aqueles líderes religiosos, a rigor, indiretamente fizeram um grande bem ao homem ex. cego. Eles o colocaram numa situação de desespero em que passou a sentir maior necessidade de ajuda que antes da cura física. Agora ele queria que alguém o ajudasse, e esse alguém estava a caminho.

Os religiosos não deveriam ter agido assim. Eles deveriam ter ajudado o homem a encontrar JESUS por caminhos diretos, não pelo desespero mortal. Mas eles estavam a serviço de satanás, que queria que aquela testemunha viva do poder de JESUS fosse calada. No entanto, de DEUS não se zomba, Ele não Se deixa escarnecer. DEUS, ou JESUS foi atrás do homem, e o libertou da sua angústia, como já estudamos na lição do dia 17, terça-feira. Agora o dia estava completo. A maior alegria seguida de uma tristeza mortal, e tudo isso seguido da salvação de sua vida para a eternidade, o que lhe causou uma alegria ainda superior à primeira.

Essa história ilustra a situação dos santos dos tempos finais. Ao encontrarem a verdade e saírem de Babilônia, encontrarão motivos para grande júbilo. Mas logo terão que enfrentar problemas, como com relação ao trabalho no sábado e com os líderes religiosos do falso culto. Então muitos desses recém saídos de babilônia encontrarão amargura. Com a opressão vinda pelo decreto dominical, vai haver grande apreensão e muita tristeza. Mas isso não será por muito tempo, e logo eles terão alegria maior ainda ao verem JESUS voltando nas nuvens.

Meu irmão leitor. É preciso crer em JESUS. veja que é algo significativo Ele, como Rei do Universo, ter Se tornado um ser ao nosso nível, para nos salvar. Você já imaginou estar com Ele para sempre? Sabe o que significa estar com Ele? Não imagine-se caminhando ao Seu lado pela eternidade, mas vivendo no reino que Ele dirige, onde nem a eternidade será suficiente para poder contemplar todas as belezas por Ele criadas, e saborear todas as excelentes emoções que Ele vai proporcionar. Tenho um pequeno jardim em frente da casa, apenas alguns metros quadrados. Gosto todos os dias apreciar as plantas. Às vezes meço quanto cada uma cresceu durante a noite. Então penso, como será apreciar o jardim do Éden que DEUS levou para o Céu, e lembrar sobre como ali tudo começou? Adão vai contar umas histórias sobre as primeiros dias que ali viveu. Ele vai poder dizer como foi aquela primeira sexta-feira, como JESUS o fez dormir, como se sentiu ao acordar e ver uma mulher ao seu lado. Tenho certeza que Adão irá mostrar emoções ao relatar o primeiro passeio que fez com sua mulher pelo belo jardim. E DEUS estava ali, junto. Ele também vai relatar como foram aqueles momentos de felicidade, como foi o primeiro pôr-de-sol e o culto de sábado, o primeiro sábado na terra recém criada. Adão vai se emocionar quando passarmos o primeiro sábado juntos, no trajeto da viagem para o céu. Não podemos perder tais emoções. (Continua na próxima lição.)

Esteja lá, por favor, não perca uma vida eterna de grandes e belíssimas emoções.

 

III – Atualização profética – fatos relevantes da semana de: 27/12/03 a 03/01/04

                Visite a página www.designioglobal.com.br para mais informações sobre o cumprimento das profecias.

 

1.        Guerras e Rumores de guerras

Vai semana, vem semana, e as notícias sobre guerras, terrorismo e violência não cessam. Há um enorme esforço pela paz, esforço baseado em armas de guerra. Esse esforço pouco consegue em termos de resultados práticos, e muito mais que boas notícias, resulta em mais violência, mais ira, mais destruição, mais terrorismo. A paz cada vez foge mais rapidamente, e fica cada vez mais distante.

No final de semana passada, mais de 100 pessoas foram mortas no Iraque. Durante a semana, houve vários atentados terroristas no Iraque, com mortes e feridos. Em Moscou, nessa semana, mais de 40 morreram numa explosão no metrô. Em Israel, nem mais é novidade notícias sobre ataques terroristas e ameaças de ambos os lados, virou rotina.

O presidente americano, para o próximo orçamento, cortou gastos sociais mas aumentou despesas com a defesa. O mais importante país do mundo está sendo tragado pela guerra contra o terror, trocando gastos referentes ao bem estar da população por gastos com armamento e campanhas de guerra.

A guerra, a violência urbana, o terrorismo, a guerrilha, tudo isso está engolindo a economia do planeta, que precisa, a cada ano, pagar uma conta mais alta para manter uma decrescente segurança armada, cada vez mais precária. Vê-se a aproximação da repentina destruição, ela está sendo ensaiada.

2.        Chuvas no Brasil

O excesso de chuva no Brasil já matou mais de 90 pessoas, desalojou mais de 117 mil pessoas em 392 municípios, em 15 estados, e levou a prejuízos enormes. Demonstra o clima que pode, quando quiser, arruinar uma economia em poucas horas. Como será no final, quando as pragas estiverem caindo?

3.        Armas de destruição em massa

Onde estão elas? Cada vez complica mais a situação de Bush e de Blair. Agora os dois determinaram uma investigação sobre o assunto, quanto as informações fornecidas pelos serviços de informações estratégicas dos dois países, que os levaram à guerra contra o Iraque. Mas Bush já anunciou que não vai depor, e tem esse direito. A CIA já disse que Saddam não era ameaça, e nunca teria dito que representava ameaça aos EUA. No entanto Bush afirmou que mesmo assim, a guerra se justifica pelo que Saddam poderia ter feito no futuro.

O pai da bomba nuclear do Iraque, Abdul Qadeer Khan admite ter repassado segredos nucleares para grupos no Irã, na Líbia e na Coréia do Norte, segundo fontes do governo paquistanês. Já não se tem mais controle sobre quem tem conhecimento para fabricar armas nucleares, nem mesmo armas de destruição em massa de outros tipos. Não estamos mais seguros, loucos pode ter esses segredos, e podem estar fabricando artefatos de grande poder destruidor, e ninguém sabe quem as está fabricando.

Ora, se é assim que se justifica uma guerra, como fizeram Bush e Blair, então já estamos no mesmo tipo de justificativa utilizada na Idade Média durante a Inquisição, para matar os que não aceitavam a adoração pagã cristianizada. Os guardadores do sábado naqueles tempos eram vistos como uma ameaça e por isso teriam que ser eliminados.

4.        Pestes

No Vietnã detectaram que o vírus da gripe do frango passou para porcos. Essa gripe, repentinamente apareceu também numa granja dos Estados Unidos, onde foram sacrificadas 12.000 aves. Da mesma forma, o mal da vaca louca também tem aparecido em locais bem diversos do planeta. A gripe já vem derrubando as bolsas da Ásia, e representa mais uma ameaça à economia global. É certo que resultará em grandes prejuízos.

5.        Imoralidade

Meninos de 11 e 12 anos confessam estupro a menina de 10 anos, no banheiro de uma escola, no sul da Flórida. Essa é ‘uma’ notícia, mas isso acontece todos os dias, em muitos lugares, e nem vira mais notícia. Esse caso entrou nas manchetes por terem sido duas crianças, e pela tenra idade.

6.        Homossexualismo

Gays ontem direito de se casar no estado de Massachussetts. Aos poucos a profecia sobre esse tipo de relação também vai se cumprindo.

 

escrito entre: 01/02/2004 a 09-02/2004

revisado em /01/2004

 

 

 

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, e discorda de todas publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e a sua condução por parte de CRISTO como o seu comandante superior, e de Seus servos aqui na Terra, e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS explicitada em Sua Palavra escrita. Aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todas os demais escritos sobre assuntos religiosos.

RETORNAR